O Aurivit é um suplemento alimentar em cápsulas para o bem-estar auditivo. Cada embalagem traz 20 cápsulas de 500 mg com quatro ativos: 120 mg de extrato de ginkgo biloba, 200 mg de extrato de rodiola rosea, 400 µg de vitamina A e 1,4 mg de vitamina B2. São 321,8 mg de ativos por cápsula, 64 % do conteúdo — a duas cápsulas por dia, 240 mg de ginkgo e 400 mg de rodiola.
Quem chega a esta página costuma ter passado dos quarenta e convive com um apito ou um zumbido que se nota mais ao fim do dia, quando a casa fica em silêncio. Ou então já pôs a televisão dois pontos acima do que punha há dois anos e pede «desculpe, pode repetir?» quando o restaurante está cheio.
A fórmula trabalha em três frentes: a chegada de sangue aos tecidos do ouvido interno, a carga sobre o sistema nervoso e a defesa das células. Os dois extratos são padronizados — 24 % de glicósidos de flavonoides e 6 % de lactonas terpénicas no ginkgo, 3 % de rosavinas e 1 % de salidrósido na rodiola. Padronizar significa que cada cápsula leva a mesma quantidade de substâncias ativas, e não o que calhou ao lote de matéria-prima.
Quatro ativos, não vinte. Uma lista comprida de plantas noutro frasco parece generosa, mas diz pouco sobre quanto há de cada uma: no Aurivit os quatro somam 321,8 mg por cápsula, 64 % dos 500 mg. Uma embalagem dura dez dias e custa 39 €: 3,90 € por dia de toma, o número com que se compara qualquer outro frasco da prateleira.
- Apito, zumbido ou pulsação nos ouvidos, sobretudo ao fim da tarde
- Dificuldade em acompanhar uma conversa quando há ruído de fundo
- Televisão e telemóvel sempre um pouco mais altos do que antes
- Cansaço e tensão nervosa que tornam o ruído interno mais difícil de ignorar
Se o apito apareceu de repente, se afeta apenas um ouvido ou se vem com dor, tonturas ou queda rápida da audição, não espere: marque otorrino nos próximos dias. É a consulta que identifica a origem, e nesses casos os dias contam.